Serviços urbanos digitalizados
Credenciamento de operadores, regras de uso do espaço público, cadastro de prestadores e o fluxo de atendimento ao cidadão — tudo no mesmo lugar, com o município no controle das regras.
Parcerias público-privadas
Serviço público concedido à iniciativa privada costuma esbarrar no mesmo lugar: o município concede, mas não consegue enxergar a operação nem conferir o repasse. Projetamos plataformas em que fiscalização e prestação de contas não são relatório mensal — são consequência de como o sistema foi construído.
Converse sobre uma parceriaO problema
O gestor público assina a concessão e passa a depender do que o operador reporta. O operador gasta tempo produzindo relatório em vez de operar. E o cidadão, que paga a conta, não tem por onde verificar nada. Cada um dos três tem um motivo legítimo para desconfiar dos outros dois.
A saída não é mais relatório: é uma plataforma única onde a operação acontece. Se o serviço só é prestado dentro do sistema, o dado de fiscalização não precisa ser produzido — ele já existe como subproduto da operação, no momento em que ela acontece.
O que construímos
Credenciamento de operadores, regras de uso do espaço público, cadastro de prestadores e o fluxo de atendimento ao cidadão — tudo no mesmo lugar, com o município no controle das regras.
Painel para o gestor público acompanhar a operação em tempo real: quem está operando, onde, com que autorização e desde quando. Sem depender de relatório enviado pelo fiscalizado.
O fluxo financeiro da concessão com repasse rastreável ao fundo municipal: cada centavo tem origem, destino e data auditáveis, e a conciliação deixa de ser trabalho manual.
Como entramos
Trabalhamos com o município e com o operador privado desde o desenho do modelo: o que é concedido, como se fiscaliza, como se remunera e o que precisa ser público. Esse desenho vira especificação, a especificação vira arquitetura, e a arquitetura vira plataforma — com a mesma disciplina de verificação de qualquer outro projeto nosso.
Conheça o métodoPerguntas frequentes
O nosso lastro é a engenharia do modelo: plataformas desenhadas para concessão de serviço urbano, com credenciamento, fiscalização e repasse ao fundo municipal previstos desde a arquitetura. Contrato público executado ainda não está no nosso histórico, e isso é dito na primeira conversa — o que levamos para a mesa é capacidade técnica verificável e um desenho que já nasce dentro das regras do setor.
Depende do modelo de concessão, e essa é uma das primeiras decisões a fechar. O desenho mais comum separa três papéis: o município credencia e fiscaliza, o operador privado executa o serviço, e a plataforma registra tudo de forma que os dois lados leiam o mesmo dado.
Transparência que depende de alguém exportar planilha não sobrevive à rotina. Por isso o painel de acompanhamento e a trilha de auditoria entram na arquitetura, não como relatório adicional: cada repasse e cada credenciamento deixa registro rastreável desde o primeiro dia.
Muda, e é decisão de arquitetura, não de política publicada no rodapé: quais dados do cidadão são coletados, por quanto tempo ficam, quem acessa e o que é anonimizado no painel público. Registramos isso antes de construir, porque corrigir depois envolve migração de dado com o serviço em operação.
Conte o modelo que está desenhando. A gente responde com a arquitetura que ele exige.
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