Só uma pessoa sabe como aquilo funciona
E ela vai sair de férias, mudar de emprego ou se aposentar. Conhecimento que só existe na cabeça de alguém é o risco mais caro e menos contabilizado de um sistema legado.
Capacidade
Para quem depende de um sistema que funciona, ninguém entende inteiro e todo mundo tem medo de tocar. Modernizamos com engenharia reversa documentada e migração gradual, com o sistema antigo no ar até o novo provar que faz o mesmo.
Avaliar a modernização do meu sistemaQuando faz sentido nos chamar
E ela vai sair de férias, mudar de emprego ou se aposentar. Conhecimento que só existe na cabeça de alguém é o risco mais caro e menos contabilizado de um sistema legado.
Não por ser difícil, mas porque ninguém sabe o que mais depende daquilo. Sem teste automatizado, cada alteração exige reconferir o sistema inteiro à mão.
Versão sem atualização de segurança, biblioteca abandonada, servidor que ninguém consegue mais substituir. O risco cresce sozinho, sem que nada tenha mudado.
Reescrita de dois anos com o sistema antigo rodando em paralelo raramente chega ao fim: o legado continua mudando e o alvo se move. O caminho que funciona é substituir por partes.
Método aplicado
Primeiro engenharia reversa documentada: lemos o código que está no ar e transformamos o comportamento real em especificação escrita — o que o sistema faz, não o que se acredita que ele faça. Depois a migração acontece módulo a módulo, com o novo assumindo uma fatia por vez e o antigo no ar até a comparação provar equivalência. Já aplicamos isso em escala: numa engenharia reversa nossa, mapeamos e documentamos 559 endpoints de API e reconferimos 3.905 afirmações da documentação uma a uma contra o código.
Conheça o métodoPasso a passo
O sistema rodando é a especificação real — mais confiável que documentação desatualizada. Ausência de documentação não é impedimento, é o caso comum.
O que o sistema faz, não o que se acredita que ele faça. É aqui que o conhecimento sai da cabeça de uma pessoa e vira ativo da empresa.
O teste registra o comportamento atual. Qualquer divergência do novo módulo aparece na hora, e não meses depois na conciliação.
Cada fatia nova entra no ar quando prova que faz o mesmo. O antigo continua servindo o resto — não existe um dia de virada com tudo em risco.
A comparação é medida, não sentida. E cada módulo migrado já entrega o benefício dele antes do fim do projeto.
Resultado
Aplicações
Tecnologia
É exatamente assim que fazemos. A substituição é por partes: cada módulo novo entra no ar quando prova que faz o mesmo que o antigo, e o antigo só é desligado depois disso. Não existe um dia de virada com tudo em risco.
É o caso mais comum, e não é impedimento. O código que está rodando é a especificação real — mais confiável, aliás, que documentação desatualizada. Nosso primeiro trabalho é transformá-lo em texto que uma pessoa consegue ler.
Depende de o processo ser ou não a sua vantagem competitiva. Se for commodity, comprar pronto costuma ganhar. Se o jeito de operar for o que diferencia a empresa, o pronto vai te obrigar a operar como todo mundo. Respondemos isso no diagnóstico, antes de você contratar construção.
A engenharia reversa é rápida — semanas. A migração depende de quantos módulos existem, e é justamente por ser gradual que você vê valor antes do fim: cada módulo migrado já entrega o benefício dele.