A empresa cresceu e o sistema não acompanhou
O processo que funcionava com dez pessoas trava com cem. A pergunta não é qual ferramenta comprar, e sim qual parte do processo precisa virar software e qual não precisa.
Capacidade
Para quem precisa decidir o que construir, em que ordem e com que arquitetura — e não quer que a decisão morra num slide. Trabalhamos do diagnóstico ao plano de execução, e depois construímos o que foi decidido.
Avaliar meu cenárioQuando faz sentido nos chamar
O processo que funcionava com dez pessoas trava com cem. A pergunta não é qual ferramenta comprar, e sim qual parte do processo precisa virar software e qual não precisa.
Cada área comprou o seu, os dados divergem e ninguém sabe qual número está certo. Antes de integrar, é preciso decidir quem é a fonte da verdade de cada informação.
A diretoria aprovou investimento e a lista de pedidos é maior que o orçamento. Falta o critério para ordenar: o que destrava outras coisas vem primeiro.
O documento está correto e continua parado, porque ninguém tinha como executá-lo. Estratégia que não vira sistema é custo, não investimento.
Método aplicado
Começamos entendendo a operação com quem executa, não só com quem decide. Mapeamos onde o trabalho trava, quanto custa e o que depende do quê. Disso sai um plano ordenado por dependência e impacto, com escopo e arquitetura da primeira fase já definidos — pronto para virar contrato de construção, com a gente ou com quem você escolher.
Conheça o métodoPasso a passo
O mapa do processo real sai de conversas com quem opera todo dia. É onde aparece o retrabalho que nenhum organograma mostra.
Cada gargalo vira uma linha com tempo, volume e dependência. Sem isso, priorização vira opinião de quem fala mais alto.
Antes de integrar sistemas é preciso decidir quem manda em cada dado. Pular esta etapa é o que faz projeto de integração não terminar.
O que destrava outras coisas vem primeiro. O resultado é um plano em fases, com a arquitetura e o escopo da primeira já fechados.
Resultado
Aplicações
Tecnologia
Fazemos, e o plano é entregue de forma que outro fornecedor consiga executar: especificação e decisões de arquitetura escritas, sem amarra técnica proprietária. Dito isso, o nosso melhor trabalho é quando construímos o que projetamos — quem vai executar pensa duas vezes antes de desenhar o impraticável.
Semanas, não meses, para uma operação de porte médio. O prazo exato sai depois de entendermos quantas áreas e sistemas estão envolvidos, e vem com escopo fechado.
Não. O levantamento acontece em conversas com quem opera e na leitura dos sistemas existentes. O que pedimos é acesso e tempo de agenda, não interrupção.